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3 responses to this post.

  1. Boa tarde, parabéns pelo blog, muito útil e funcional. Tenho um blog pela wordpress tb sobre psicopedagogia e terapia floral. Seria uma honra ter a visita de vc´s por lá e fazermos uma parceria. Com carinho, Tatiana.

    http://tatianaletras.wordpress.com/

    Responder

  2. Posted by André Palharini on 15 de agosto de 2013 at 9:02

    Bom dia. Agradeço pelo trabalho de vocês que vem auxiliando em meus singelos estudos junguianos. Me chamo André, sou estudante de Letras e gostaria de pedir uma recomendação. Há na obra de Jung algum livro que trate dos símbolos e que dê definições mais claras a respeito do tema? Fui buscar no O Homem e seus símbolos, mas gostaria de outras leituras para aprofundar-me no tema.
    Grato pela atenção!

    Responder

    • Posted by Thiago Bruno on 3 de setembro de 2013 at 0:00

      Ola Andre. Primeiramente, peço que nos perdoe a demora em lhe responder (não tenho um tempo agendado ou programado para postar no blog, então o meu acesso no caso não tem uma frequência continua). Te colocaria de imediato que “O homem e seus símbolos” não me parece o texto mais interessante (mesmo com o esforço que ele tem em ser didático) para estudar símbolos em Jung, e de fato me pergunto se o próprio Jung pode ser o melhor a falar de símbolos em sua Psicologia (e olhe que ele vai de Cristo, a mandalas chegando a Discos voadores). Entretanto, não me vem em mente “O Texto” que lhe traga uma clareza quanto ao “simbolo” como conceito, te recomendaria fazer uma excursão (essa sim!) por junguianos que se aproximam do tema e pela montagem deste conceito ao longo da obra de Jung. Pontuo brevemente em Jung algumas colocações problemáticas sobre esse tema que ira encontrar, ainda é possível esbarrar num conceito de simbolo fixo, que dê margem as centenas de publicações de “dicionários de sonhos”, aonde um sonho encontra seu significado objetivado independente do sonhador e do trabalho que se faça com ele, como se o simbolo estivesse diretamente ligado a um objeto exterior. Enquanto que ao tratar de “imagem” como a atividade própria da psique que chama por “fantasia”, ele diz derivar do “uso poético”, não referenciado a um objeto externo, como um universo de linguagem próprio (“Vida simbólica” que da nome a um volume das obras completas) e não determinado por uma realidade exterior, . Mais como causa do que como causado! A noção tanto em Freud quanto em Jung de “realidade psíquica” passa a ser determinante. Talvez lhe seja importante seguir o percurso de montagem na obra de Jung da noção de simbolo, pois entendo que esta questão já se coloca para ele desde o teste de associação de palavras, cuja o conceito que norteia a leitura “complexos de tonalidades afetivas”, e vem diretamente de sua clinica. Um outro campo já trabalhado da relação entre Simbolo e Imagem, busque por James Hillman que traz consequências importantes na virada em seu trabalho. Como estudante de Letras, possivelmente encontrara isso como debate dos linguistas contemporâneos, entre “signo”, “significante”,”referente”,”significado””sinal”… Importante colocar que com isso de campos distintos encontram noções comuns que interveem na mesma questão aberta de nossa determinação inconsciente (ou não).
      Enfim, deixo aqui dois textos que possam servir como guias, .

      http://www.rubedo.psc.br/artigosb/estaimag.htm

      http://www.rubedo.psc.br/Artigos/heranca.htm

      Outro autor importante, com dois livros sobre é Marco Heleno Barreto.

      Ainda gostaria de lhe colocar Andre que ao retomar suas leituras e seus trabalhos, que nos de um retorno (que continue o dialogo!) a este blog de suas descobertas, observações ou questões, pois a proposta que temos em mente nunca foi falar para lecionar, nem estar na exclusividade de quem puramente responde a questões que nos são feitas, mesmo porque se levarmos a serio o que aqui tratamos, pouco nos valeria essa falação na logica da razão ou consciência, seja por aquisição intelectual ou aprimoramento cognitivo, mas como “diálogos” aonde ponhamo-nos a falar do lugar daquilo que nos causa, “através de nosso pathos” (no dizer de Hillman), unica via em que possamos transmitir o que interessa.

      Abcs

      Responder

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